The Night Rats
Queria dizer qualquer coisa, queria...Carrilho'u-se-me...
Não sou de fotografias aqui porque acho que tira a piada literária. Acho que a escrita deve provocar riso desmesurado estilo Keystone Cops. É como colocarem na RR o José Castelo-Branco (Raios! Só agora é que reparei que as pessoas dessa cidade beirã devem ter uma agonia e mágoa terrível. Que o meu apoio incondicional fique aqui expressado.) a fazer o programa da manhã. Primeiro, o nome dele não rima com nada como o do Pedro Tojal. Segundo, haveria patrões a ficarem mais cabrões e funcionários mais mal dispostos ainda por acordarem a ouvir aquela voz pouco maviosa a zurrar conversa que só interessa a rotos. Terceiro, já estou a fugir ao contexto inicial deste post...
Ora bem... Ummmmmm....Errrr...
Pois...Perdi mesmo a vontade de fazer rir alguém pelo facto de ter falado em coisa tão mecónia...
Espero não ser Soares para fazer o mesmo outra vez...
JOE
SIC ? I'm better, thanks...
A televisão portuguesa voltou a ganhar ânimo com o regresso do Marco Horácio. Já tinha sede de umas piadas decentes...sim, decentes porque indecente é pressionar o “+” para mudar para o canal seguinte...
Mesmo assim, ainda lhes faltam umas léguas para chegar ao nível da RTP2. A RTP é das poucas instituições estatais que até tem qualidade. (Isto foi uma tentativa de crítica idónea estilo Marcelo Rebelo de Sousa. Decerto que perceberam que tenho que ir aviar a receita à Farmácia de serviço mais próxima...)
JOE
Independência da Televisão Nacional (Ou Morte)
Eu sempre me lembro de dizer que se algum dia fosse chamado à tropa, antes preferia o exílio. Hoje admito que só podia ter exclamado tal coisa da boca para fora, sendo a principal razão a de não ter a percepção do que viria a ver na televisão. A verdade é que entre andar na tropa e ver ao mesmo tempo dois programas, um que decompõe e humilha moral e intelectualmente a principal instituição de defesa nacional, e outro em que barbudos homens viris se vestem de mulheres, eu prefiro mil vezes o serviço militar obrigatório. Chamem-me uma agência de viagens, que pelos vistos só me apetece fazer uma bem longa. Moral da história? Nunca digas nunca. Quer-se dizer, a expressão onanismo também não é lá muito aconselhável. E arrebanhar ainda menos.
David
Televisão Independente Portuguesa
Pergunto-me como será possível um canal de televisão, visto por milhares de pessoas no nosso país, conter na sua programação diária, em horário nobre, algo tão reles como a "1ª Companhia". Pensei que na tropa era proíbida a presença a “pés-de-salsa”, mas pelos vistos abriram uma excepção, uma vez que o caríssimo José Castelo-Branco se encontra entre os chamados “famosos” que se estão na dita "recruta". Chamam, portanto, a este tipo de programas o bom entretenimento. Que o típico português apenas gosta de ver as desgraças alheias ainda se percebe (basta olhar no meio do trânsito lisboeta quando há um acidente, as enormes filas que se formam) mas descer a este nível é mau. Aliás, é péssimo. Será possível que programas como este e outros semelhantes (ao que parece já vamos no 4º programa deste estilo) tenham audiência para se manter no ar? Quem é que no seu perfeito juízo fica cerca de, no mínimo, meia-hora diária a ver uma quantidade de pessoas que nada fazem da vida? Quem é que contribui para que ainda se tenham ideias para programas com estes formatos? Ou temos acesso a este tipo de programas ou então às já famosas novelas portuguesas. Entre as duas, que venha o diabo e escolha...
ANA
Super Nojo
Começou hoje uma gigantesca afronta ás forças armadas nacionais. O programa “1ª Companhia” da TVI. Não só pela irrealidade da situação (cadeiras com design e chão de madeira...) como pelos participantes... Não admira que haja militares a querem agendar greves e manifestações...
JOE
Docinho, docinho...
A recessão económica vivida por este nosso país à beira-mar plantado trouxe efeitos incomensuráveis ao nosso bem-estar. Um deles foi a abolição do Ministério dos Bares das Escolas, also known as Ministério dos Bufetes, como se alguém ainda dissesse palavra bufete nos dias que correm sem soltar uma aparvalhada gargalhada. O que se passa é que eu andei seis aninhos inteiros numa escola com um menu algo repetitivo à hora dos intervalos. Nestes 72 meses de actividade escolar, nunca vi novidade absolutamente nenhuma no referido estabelecimento do liceu. E mais, há uma coisa que me faz interrogar a essência da humanidade: os palmiers recheados. O Ministério dos Bufetes (isto soa mesmo mal), que deveria ser secreto, possivelmente decretou a venda deste bolo como protótipo, para mais tarde o abolir e substituir por uma coisa mais... desenjoativa. Depois a culpa é do povo, o governo deve ter acabado com aquilo e lá se foi a nossa dieta glicídica. Todos os dias lá estavam aquelas coisas, que basicamente eram duas fatias de palmier juntas com dois litros de doce de ovos no meio. Em princípio eram para comer. E eu desenvolvi um trauma tão grande que a única possibilidade de o recalcar foi escrever este post. No fundo, os palmiers relacionam-se com a pornografia, já que quando alguém gosta de uma coisa ao princípio, não tem muita vontade de experimentar qualquer novidade, não vá ser o dinheiro mal gasto em algo com qualidade fraquita e menos intensidade.
David
Gulosos...
A senhora mais idosa do país prefez 112 ciclos terrestres em volta do Sol. Cantaram-lhe os parabéns...: - "muitas felicidades, muitos anos de vida...!".
Mais ainda? Pôrra...
JOE
How much?
"Não, eu não gosto de coisas caras, eu gosto das coisas boas da vida... e as coisas boas da vida não têm que ser caras, são únicas."
Acabei de ouvir esta frase de um anúncio na T.V. . Curiosamente o anúncio era sobre uma coisa cara. Alguém explica aos tipos que inventaram isto que a reverse psychology já não funciona?
Mais, eu gosto das coisas boas da vida, e é verdade, elas não têm que ser caras, mas as coisas mesmo muito boas também aposto que não devem ficar ao preço da uva mijona. É tudo uma questão de perspectiva.
David
Último post sobre Tróia, prometo...
Quando entrevistada, uma cidadã portuguesa revelou que gostou de ver o “espectáculo” de destruição controlada. Nunca tinha visto...E foi parecido com as Torres Gémeas de N.Y. ...
Será difícil entender que o investimento público é realizado com os dinheiros “públicos”? Aquele que é descontado da folha de ordenado. Aquele que é nosso mas que vai para eles.
Realmente o Governo tem em mira a receita do sucesso para Portugal: - Partir, queimar, destruir, alienar, implodir, o território nacional todo. Parece que a malta gosta, fica contente e feliz.
JOE
The Tróia Joke
Um agente secreto, que eu tenho a soldo, encontrava-se no seio da comitiva que foi brincar às bombas em Tróia, garantiu-me que José Sócrates soltou uma piada que se algum jornalista do “Tal e Qual” apanhasse, seria ainda mais explosiva em manchete que os explosivos utilizados para pifar as “torres gémeas”... Aqui fica:
- Até tenho jeito para implodir coisas! [Palmas e risos da comitiva opulenta, com aroma a Old Spice...]
Coisas? Não. Portugal, de certeza... Mas mesmo assim, desta vez foi a brincar porque o detonador era meramente emblemático.
JOE
8 de Setembro... Tróia... Pum...! Pum..!
Portugal vai parar para ver o
remake norte-americano do 11 de Setembro. De certeza que vão haver ursos que irão tirar a tarde para ver duas implosões. É que a sociedade hoje em dia só se interessa por destruição, e visto que desta vez não tem pessoas em desespero a saltar 15 andares para tentar sobreviver, será um belo espectáculo de se ver. As televisões farão a cobertura em directo porque não é todos os dias que se implodem torres em Portugal.
(Se alguém soubesse que Entre-os-Rios iria acontecer, antes de acontecer, acho que as televisões preferiam ir cobrir em directo o acontecimento e instauravam um
lobby para impedir que se impedisse a catástrofe. Mortos dá mais audiência, pôrra...)
Até o Primeiro-Ministro vai ver da zona
V.I.P. porque é mais interessante ver um show de destruição e participar num belo
buffet para aconchegar a tripa do que resolver problemas dos portugueses. Claro que a minha conversa é um balão cheio de hélio porque todos nós sabemos que os nossos governantes querem é paródia e o trabalho vem depois, lá mais perto das 5 da tarde. Nisso o Santana Lopes era mais verdadeiro e transparente, paródia amiúde, para ele e para todos.
Eu próprio já trabalhei com explosivos e é uma curtição excelente. Mas mesmo por achar que isto é ridículo, vou fazer questão de não ver televisão durante as horas de directo. Prefiro ir matar formigas com insecticida...É mais lúdico.
JOE
Life = Multilevel Marketing
O sentido da vida é igual ao do marketing multi-nível. Procriar cada vez mais. Tal e qual como criar uma equipa numerosa para adquirirem mais membros para reforçar a base da árvore.
O nosso criador tinha um curso de Marketing, Relações Públicas e publicidade. (Por isso é que os belos nacos têm todos um curso destes ou afim! Elas souberam-no sempre...porcas...)
Lembrei me disto enquanto via o meu gato a dar uma psicológica num trapo da cozinha.
JOE
Necromania
Um puto de seis anos alertou-me para o facto relevante das pessoas cada vez mais têm um obsessivo distúrbio.
Pintem a seguinte tela: Um caixão de uma funerária medíocre (Estão em vias de extinção...todas têm grosso capital.). Agora ponham umas jantes especiais, umas saias, um spoiler, um bom “urna-rádio”, de preferência da Alpine, ou da Kenwood (Têm uns modelos novos “flat style” que dá para colocar de lado ao pé do ombro do defunto. Também há modelo com telecomando.), autocolantes exteriores da respectiva marca do urna-rádio, diversos manómetros para nada servirem em caso de avaria e luzes para colocar por baixo da urna. Um funeral digno de quem teve um caixão com rodas onde “enterrou” todo o dinheiro que ganhava...
(Há a possibilidade de ter adquirido inspiração telepática ou por electricidade estática da parte do Mr. Hunter S. Thompson, mas não quero bem pensar nisso...)
É mesmo bonito...Eu só vejo grandes carros em posição típica de mosca morta... e todos eles cheios de extras...
Deviam equipar os transportes públicos com esse tipo de material para incentivar os utentes e para guarnecer a aparência para os turistas, visto que um autocarro até nem é denominado como caixão com rodas mas sim como uma “carreira”.
Portugal devia apostar no “Showbizz bazófia” porque cada vez dá mais dinheiro, inversamente ligado com o nível académico nacional, impulsionado pelas telenovelas. Eles gostam... er, gastam... whatever...
JOE
NewsFLASH!
O furacão Katrina, de acordo com a Administração Arbusto, tem ligações à Al-Queva, organização liderada por “Ó Sama, eu’Bim-do-lado”.
A confirmação foi obtida pela T.I.A. que já se auto-condecorou devido a ter adiantado a vinda do nefasto em duas semanas para não coincidir com o dia 11 de Setembro.
Documentos idóneos que foram destruídos por precaução, confirmam que foram vistos operacionais da Al-Queva, a norte, a sul, a este e a oeste, não se sabem bem de onde, a conversar com o mais enigmático dos enigmáticos, “Aníbal, O Enigmático”, sobre o dia concreto da aparição do nefasto.
O ministro “Pato Donald Rumo ao Fel” e a secretária de estado “Conde Lisa Arroz” já disseram que a operação foi um sucesso e que dentro em breve tudo voltará à normalidade.
Quando questionados sobre o tratado/protocolo de Kioto e da eventual ira dos deuses para com a nação norte-americana, a resposta foi que “Deus está sempre do lado do bem e o nossos presidentes acabaram sempre os seus discursos com ‘God Bless America’ por isso estamos de consciência tranquila.”
JOE
Gaaaag....Gloock...Chlép...Gulp!

AVISO: Se tiveram más notas a Inglês podem esquecer este post.
Homens: Vão beber uma Sbock para refrescar...mas pronto, podem sempre ver a foto é claro...ninguém quer proibir nada...
Mulheres: Sim, ela é uma debochada... Não tem soutien e tem-nas descaídas... Mas era só para mostrar o top...tem uma cor gira, não tem?
Bem...
Já repararam no poder desta imagem?
Dissipa quase imediatamente todos preconceitos acerca de cor de cabelo, traços faciais, cor dos olhos, boca...BOCA! Pronto! Tudo estragado...! Ai ai aiaiaiai...
“Eu engulo.”
Nesta altura fico algo contente porque depois da frase traduzida se gera mentalmente por naturalidade, uma das minhas palavras favoritas: Sémen.
JOE
Old Orleans...New Orleans...
Só não vê quem não quer. Duas catástrofes em dois mandatos do nosso querido Presidente Arbusto. A primeira foi mais que programada e “avisada” mas como era uma boa desculpa para começar guerras, toca de deixar andar. A segunda já foi mais estilo, prenda de férias.
Analisando o caso de uma forma rápida, eles sabiam o que lá vinha... Tiveram quase 3 dias de avanço sobre a catástrofe, mas é melhor deixar isso passar. Obviamente que se o furacão chegasse a Washington D.C. já era diferente. Mas como só arrasou a zona sul costeira, é na boa.
Falando de números, é obvio que se ganha mais com a destruição e sem evacuação do que com a evacuação. Evacuar custaria aos Estados Unidos provavelmente tanto como a manutenção e metade da logística dos militares no Iraque. Assim agora é só apanhar quem sobreviveu estilo carro-vassoura e mandar para lá tropas bem alimentadas, evitar que os “criminosos” pilhem as lojas por pura sobrevivência.
Aqui se repete o cenário do Iraque só que desta vez, não foi preciso gastar dinheiro com mísseis para destruir as comunicações e estruturas base da cidade. Foi uma dádiva da natureza. Agora é só começar tudo de novo para ganhar mais uns trocos, e ainda ter combustível “dado” pela Europa. A Europa já tem o telhado furado, agora ainda tem que oferecer telhas por caridade para que o mundo não desabe...
Isto daria para escrever um livro com o glorioso título:
- Como Arruinar o Mundo em Três Tempos por G.W. Arbusto
JOE
Ragatão
"Reggaeton is especially popular for playing in parties and is usually danced by members of the opposite sex grinding "doggie style". Reggaeton can also be danced with the partners facing each other, or in large groups of single dancers (usually females), where one of the group will then be asked to dance and will then leave the group." - in Wikipédia.org
(http://en.wikipedia.org/wiki/Reggaeton)
Tradução:
"Raggaeton é especialmente popular para tocar em festas e é dançada por membros do sexo oposto moendo estilo cãozinho. Raggaeaton pode também ser dançado com parceiros, olhando um para o outro, ou em grandes grupos de dançarinos singulares (normalmente mulheres), onde um do grupo será questionado para dançar e depois irão sair do grupo."
Digo sinceramente que depois de traduzir isto fiquei ainda a perceber menos do que já tinha conhecimento.
"Grinding doggie style" ? W.T.F. mate?
Não seria mais fácil colocar?
"Estilo de música anã e nipónicamente grotesca que dá para dançar nos bailes da associação, da casa do povo e do grupo teatral e as avós não ficam escandalizadas. Com sorte (ou azar) vão lá também dar um pezinho de dança com o pretendente da neta...
Fugir para abrigo seguro ás primeiras ondas sinusoidais emanadas das colunas.
- Distância de segurança: 200 metros.
- Limiar da dor intelectual: 175 metros.
- Restantes e/ou diversas patologias graves e/ou irreversíveis: 150 metros até aos 0 metros."
JOE
Gasolina & Golf "balls"...
Estive fora do meu habitat natural e fiquei seriamente lesionado. Estive num antro de sujidade humana onde a palavra sexo jorrava das cabeças dos corpos que se iam movimentando pelo espaço que eu conseguia ver. Pessoas bem vestidas, sem preocupações, bebem um líquido estranho que as faz ir para casa no final da noite fornicar amiúde. (Ah!...Digam lá que aqui “amiúde” não ficou bem!?)
Sinto me depravado olhar para pessoas perfeitamente “inseridas” na sociedade rebanho, que cada vez mais ganha força, a esmerarem-se para agradar a um olho menos treinado e uma mente mais basilar.
Até parece que estou a ver, uma “nova” loira a despir-se no final da noite para o seu companheiro, ou mais hardcore ainda que acho que é o indicado, logo após entrarem dentro do meio de transporte, passa a “mimosear” a “mangueira do gasóleo”, cheia de “farelos” e quê...e toca de puxar gasóleo que o carro não anda sem fuel... (Depois desta percebi finalmente o sentido da música Gasolina, badalada em tudo o que é top de vendas de cd’s. O sentido do Reggaeton ao contrário do que muita gente pensa, é apenas dançar. Dançar ao som de música stupidly pitched. Mas para mais detalhes, leiam o post seguinte.)
Algumas delas conseguiriam sugar uma bola de golfe por dentro de uma mangueira de rega de jardim, mas isso são detalhes muito despressurizados.
Acho que deve ser um exercício de mente mordaz, imaginar a pessoa que está na nossa frente a ter relações gasolineiras com um indivíduo com masculinidade demarcada. Tão demarcada que quando sopra para a palhinha que apita, dá para perceber que era do Dão.
E nesta roda de vidas insignificantes vai vivendo o nosso país, onde ninguém faz mais nada a não ser pensar em si próprio e ter sexo com outros. Os governantes assim o querem porque assim o praticam também, mas haverá sempre quem veja isto de maneira diferente.
Tenho plena consciência que se as linhas acima referidas fossem descodificadas e explicadas a essa sociedade que vive do que todos os outros fazem, seria considerado um urso por não perceber a onda deles. Perceber percebo, mas acho gastricamente repudiante e escatológicamente laxante, tal e qual um ovo podre, o facto de estas pessoas não se aperceberem que o egoísmo deles não contribui para a evolução.
A minha dúvida subsiste no facto de eu viver de certa forma desta sociedade em que me insiro, mas faço questão de me demarcar correctamente dela, falando mal deles.
Porque é que não estamos calados?
JOE